Sempre pensei que não tinha uma mãe-galinha. Desde pequenina que vou para colónias de férias, sem preocupações, sem telefonemas todos os dias. Fui para a minha viagem de Finalistas, no secundário, e liguei aos meus pais uma ou duas vezes durante essa semana. Não tive o meu telemóvel entupido de chamadas ou mensagens todos os dias (como acontecia a alguns amigos meus). Fui para a faculdade, onde vivia no Porto com colegas que conheci por lá (mas que se tornaram amigas do coração), trocava várias vezes mensagens com a minha mãezinha (sim, mensagem, SMS, a minha mãe é muito à frente :P ), para me dar as novidades, em geral, e eu também lhe dava as minhas, em geral. Nada de "então como estás?", "como correram as aulas hoje?", "já jantaste? Comeste as ervilhas que te mandei?", graças a Deus!
Quando ia de férias, ela apenas me pedia para mandar uma mensagem a dizer que cheguei. E eu lá mandava outras durante a semana, preocupação minha, até, de saber como estavam as coisas por casa...
Quando comecei a trabalhar, foi sempre preocupação dela fazer jantar a mais para eu levar no dia seguinte. Quando não sobrava, tinha sempre sopa no frigorífico, atum no armário. Achava eu que estas coisinhas não faziam da minha mãe "galinha".
Até hoje de manhã, quando a minha querida mãezinha descobriu que me tinha esquecido do telemóvel em casa. E não é que ela foi encontrar sabe Deus onde (deve ter sido na Internet...) o número do telefone fixo do escritório, ligou, pediu para falar comigo. Como estava em formação, deixou o recado amoroso: "Diga-lhe que ela deixou o telemóvel em casa, para ela não se preocupar quando for à mala e não o encontrar."
Mãe-galinha, admito, eu tenho uma mãe-galinha.
Mas ninguém imagina o quanto eu a amo, a minha mãe-galinha.
31.10.13
Dia Não
Há dias "sim", há dias "assim-assim" e há dias "não". Hoje é definitivamente um dia "não".
Adormeci, atrasei-me, esqueci-me do telemóvel, das chaves de casa e do meu inseparável bloco-notas em casa, o espelho do lado direito do meu carro está meio partido, o que resulta numa canseira para estacionar o raio do veículo.
Formação hoje de manhã, apetecia-me mandá-los para um sítio que eu cá sei. Chego ao escritório, apetece-me mandar para o mesmo sítio o meu colega. E ainda por cima, uma valente dor de cabeça que está a chegar... NEURA, NEURA, NEURA!
Hoje não aguento o mundo todo, respondo torto, seco, com razão, sem razão, já nem quero saber da razão. Quero é que este dia acabe o mais rápido possível, adormecer e só acordar amanhã, amanhã sexta-feira. Sim, sexta-feira é um dia bom, por natureza. Agora hoje... (E não, não estou naqueles dias do mês em que uma mulher se torna insuportável.)
O que vale é que a manhã já passou. Vou almoçar, tomar café e ver se isto melhora. Não me parece, hoje estou negativa, pessimista. (Também tenho direito, não?)
Há dias em que não devia sequer sair da cama. Hoje é um desses dias.
Adormeci, atrasei-me, esqueci-me do telemóvel, das chaves de casa e do meu inseparável bloco-notas em casa, o espelho do lado direito do meu carro está meio partido, o que resulta numa canseira para estacionar o raio do veículo.
Formação hoje de manhã, apetecia-me mandá-los para um sítio que eu cá sei. Chego ao escritório, apetece-me mandar para o mesmo sítio o meu colega. E ainda por cima, uma valente dor de cabeça que está a chegar... NEURA, NEURA, NEURA!
Hoje não aguento o mundo todo, respondo torto, seco, com razão, sem razão, já nem quero saber da razão. Quero é que este dia acabe o mais rápido possível, adormecer e só acordar amanhã, amanhã sexta-feira. Sim, sexta-feira é um dia bom, por natureza. Agora hoje... (E não, não estou naqueles dias do mês em que uma mulher se torna insuportável.)
O que vale é que a manhã já passou. Vou almoçar, tomar café e ver se isto melhora. Não me parece, hoje estou negativa, pessimista. (Também tenho direito, não?)
Há dias em que não devia sequer sair da cama. Hoje é um desses dias.
30.10.13
Anatomia de Grey: 200 episódios, JÁ?
Há séries que nos marcam profundamente, há séries que marcam um certo período das nossas vidas e há, simplesmente, séries que não conseguimos de deixar de acompanhar e, quando acaba uma temporada, só queremos que venha a próxima. É nesta última categoria que incluo a Anatomia de Grey. Sigo desde o primeiro episódio, não é uma série "fora-de-série" (desculpem-me a redundância), mas entra para o meu top de melhores séries. E já lá vão 200 episódios!
Deixo-vos com alguns momentos das nove primeiras temporadas...
Deixo-vos com alguns momentos das nove primeiras temporadas...
Quando Izzie admite que foi ela que cortou o cordão de Denny (3.ª temporada)
O acidente de avião (8.ª temporada)
Depois de Meredith ter segurado uma bomba dentro de um corpo humano (3.ª temporada)
O tiroteio dentro do hospital (6.ª temporada)
Quando Izzie descobre que tem cancro (5.ª temporada)
Casamento de Bailey e Ben (9.ª temporada)
E viveram felizes para sempre :)
28.10.13
Fornos Report
Agora que já me passou a fúria contra os Postos de Turismo (e uma semana depois...), cá vai a "fotogaleria" do fim-de-semana.
Chuva, frio, constipação, história e descanso. Estas cinco palavras resumem o fim-de-semana.
Chuva, frio, constipação, história e descanso. Estas cinco palavras resumem o fim-de-semana.
O ponto mais alto do Castro de Santiago
Obra da Natureza-mãe :)
Janela de Santa Lúzia, na aldeia de Algodres
27.10.13
Frio + Chuva = Botas + Botins
A minha matemática é básica: se está mau tempo e chuva (mesmo se hoje está um sol quentinho quentinho), é preciso agasalhos para todo o corpo, e os pés não são exceção! Portanto, deixo-vos aqui a minha seleção para este Outono/ Inverno.
Se calhar por já ter em casa dois pares de botas rasas (de cano alto e baixo), não vi mais nada que encha tanto os meus olhos como estes modelos *.*
Bershka
Bershka
Mango
Marypaz
Marypaz
Stradivarius
Zara
Zara
25.10.13
Mulheres #1
A propósito desta notícia, eu, ultra-feminista que sou, tenho sempre uma palavra a dizer.
Para mim, continua a ser uma indignação o facto de ainda existirem empresas onde uma mulher e um homem têm as mesmas funções e os mesmos cargos e o homem ganha mais, só porque é... homem! E mulheres nas chefias? Não consigo entender qual o problema deste país machista, onde continua a ser impensável uma mulher "mandar" num homem, ou num país, quiçá?
Sim, porque, embora seja uma pessoa de esquerda, continuo a pensar que nas Legislativas de 2005 a Manuela Ferreira Leite não teve mais votos porque era... mulher. Sejamos sinceros, é das pessoas da política portuguesa que mais senso tem demonstrado nos últimos anos. Então porque é que não a queremos como Primeira-Ministra? Senhores apoiantes do PSD, pronunciem-se: Preferem o Passos Coelho à senhora?
Mas retomemos o primeiro ponto: acho que, hoje em dia, há cada vez menos mentes (que se dizem) iluminadas a pensar que o lugar da mulher é em casa, até porque o homem já não ganha assim tão bem como há uns anos atrás e já são precisas duas pessoas a trazer dinheiro para o lar. E, infelizmente, já se começa a ver o contrário, culpa do desemprego, em que o homem fica em casa e a mulher trabalha. Não é vergonha nenhuma, quem pensa assim ainda tem muito para crescer e os olhos para abrir. A mulher tem muito potencial para desenvolver, para ajudar a crescer. Não é mito, a mulher consegue fazer duas coisas (ou mais) ao mesmo tempo. A mulher é dedicada. Todas as características da mulher que fazem dela uma boa dona de casa também são aplicáveis ao mundo profissional. Quem não quer acreditar nisto tem muito a perder.
O que me deixa com um sorriso nos lábios é o empreendedorismo feminino a crescer no nosso país. Embora seja com números de crescimento reduzidos (abaixo dos 10%), é de saudar estas iniciativas, sem medo, com confiança nas nossas competências.
E assim vou começar uma nova rúbrica aqui no estaminé, realçando alguns exemplos de empreendedorismo no feminino, uns que conheço, outros que ouvi falar e outros que vou descobrir...
Para mim, continua a ser uma indignação o facto de ainda existirem empresas onde uma mulher e um homem têm as mesmas funções e os mesmos cargos e o homem ganha mais, só porque é... homem! E mulheres nas chefias? Não consigo entender qual o problema deste país machista, onde continua a ser impensável uma mulher "mandar" num homem, ou num país, quiçá?
Sim, porque, embora seja uma pessoa de esquerda, continuo a pensar que nas Legislativas de 2005 a Manuela Ferreira Leite não teve mais votos porque era... mulher. Sejamos sinceros, é das pessoas da política portuguesa que mais senso tem demonstrado nos últimos anos. Então porque é que não a queremos como Primeira-Ministra? Senhores apoiantes do PSD, pronunciem-se: Preferem o Passos Coelho à senhora?
Mas retomemos o primeiro ponto: acho que, hoje em dia, há cada vez menos mentes (que se dizem) iluminadas a pensar que o lugar da mulher é em casa, até porque o homem já não ganha assim tão bem como há uns anos atrás e já são precisas duas pessoas a trazer dinheiro para o lar. E, infelizmente, já se começa a ver o contrário, culpa do desemprego, em que o homem fica em casa e a mulher trabalha. Não é vergonha nenhuma, quem pensa assim ainda tem muito para crescer e os olhos para abrir. A mulher tem muito potencial para desenvolver, para ajudar a crescer. Não é mito, a mulher consegue fazer duas coisas (ou mais) ao mesmo tempo. A mulher é dedicada. Todas as características da mulher que fazem dela uma boa dona de casa também são aplicáveis ao mundo profissional. Quem não quer acreditar nisto tem muito a perder.
O que me deixa com um sorriso nos lábios é o empreendedorismo feminino a crescer no nosso país. Embora seja com números de crescimento reduzidos (abaixo dos 10%), é de saudar estas iniciativas, sem medo, com confiança nas nossas competências.
E assim vou começar uma nova rúbrica aqui no estaminé, realçando alguns exemplos de empreendedorismo no feminino, uns que conheço, outros que ouvi falar e outros que vou descobrir...
24.10.13
Histórias e Livros #1
Gosto de ler desde que me lembro de saber ler. Quando era pequenita, a minha mãezinha gastava fortunas em livros: tenho uma coleção enorme de livros da Disney, outra dos Cinco, outra da Anita e por aí fora. Até que a minha mãe decidiu: "Parou, vamos mazé à biblioteca e escolhes o que queres". E desde os meus 10 anos que me lembro de ir à biblioteca, trazer o máximo de livros permitidos para um mês (5 durante o período letivo, 8 para as férias) e começar já a ler no carro, entre a biblioteca e a nossa casa.
Até que descobri uma personagem que me acompanhou durante quase dez anos, cresci com ela e ela comigo: o Harry Potter. Em livros. (Também já vi todos os filmes, gostei mas... faltava sempre qualquer coisa.) Devorei literalmente os quatro primeiros livros, andava eu no meu 5.º ou 6.º ano. Lia à hora do almoço, depois das aulas, depois dos treinos, antes de ir para a cama, na cama (com a minha pilha elétrica, às escondidas da minha mãe). E esperei, ansiosa, pela saída do 5.º volume, e depois do 6.º
Quando saiu o último livro, já tinha perdido um pouco da "folia" do Harry Potter. Só o li depois de já terem saído os dois últimos livros. Lembro-me de dizer à minha mana (que foi ao cinema ver o último filme) "não me digas quem morreu, porque eu não quero saber!"
Foi uma saga que me encheu de coisas boas, que ficará para sempre marcada na minha memória, foram "os" livros.
Muitos livros passaram pelas minhas mãos, muitos já não me recordo se li ou não, alguns que não gostei, outros que marcaram. Estou aqui a lembrar-me de um em particular, ainda andava eu no meu 8.º ou 9.º ano quando o li. Chamava-se "Tatiana", uma menina russa, de uma família russa, em plena revolução bolchevique. Aconselho a ler, se o encontrarem (eu li-o em francês).
As estantes lá de casa estão cheias de livros, uma mistura de português e francês, entre eles a coleção da Agatha Christie (genial), dois ou três clássicos de Garrett, Paulo Coelho, Fernando Pessoa e Mary Higgins Clark, a coleção do Eça de Queiróz e os "obrigatórios" Nicholas Spark, Dan Brown e José Rodrigues dos Santos, entre tantos outros.
Mais recentemente, li a Trilogia Millenium do sueco Stieg Larsson. Adorei a trama do jornalista envolto em falsas fontes, da hacker e dos seus programas malucos, da junção destes dois cérebros. Depois disto, nunca mais um livro me prendeu tanto.
Já devem ter percebido que não sou muito dada a literatura portuguesa. Não consigo ler Saramago (e tentei, várias vezes), Eça chateia-me (e continuo a tentar), José Rodrigues dos Santos não apaixona (só gostei d'O Anjo Branco). Eu sei que existem muitos mais autores portuguesas e agradeço desde já sugestões para as minhas leituras :)
Até que descobri uma personagem que me acompanhou durante quase dez anos, cresci com ela e ela comigo: o Harry Potter. Em livros. (Também já vi todos os filmes, gostei mas... faltava sempre qualquer coisa.) Devorei literalmente os quatro primeiros livros, andava eu no meu 5.º ou 6.º ano. Lia à hora do almoço, depois das aulas, depois dos treinos, antes de ir para a cama, na cama (com a minha pilha elétrica, às escondidas da minha mãe). E esperei, ansiosa, pela saída do 5.º volume, e depois do 6.º
Quando saiu o último livro, já tinha perdido um pouco da "folia" do Harry Potter. Só o li depois de já terem saído os dois últimos livros. Lembro-me de dizer à minha mana (que foi ao cinema ver o último filme) "não me digas quem morreu, porque eu não quero saber!"
Foi uma saga que me encheu de coisas boas, que ficará para sempre marcada na minha memória, foram "os" livros.
Muitos livros passaram pelas minhas mãos, muitos já não me recordo se li ou não, alguns que não gostei, outros que marcaram. Estou aqui a lembrar-me de um em particular, ainda andava eu no meu 8.º ou 9.º ano quando o li. Chamava-se "Tatiana", uma menina russa, de uma família russa, em plena revolução bolchevique. Aconselho a ler, se o encontrarem (eu li-o em francês).
As estantes lá de casa estão cheias de livros, uma mistura de português e francês, entre eles a coleção da Agatha Christie (genial), dois ou três clássicos de Garrett, Paulo Coelho, Fernando Pessoa e Mary Higgins Clark, a coleção do Eça de Queiróz e os "obrigatórios" Nicholas Spark, Dan Brown e José Rodrigues dos Santos, entre tantos outros.
Mais recentemente, li a Trilogia Millenium do sueco Stieg Larsson. Adorei a trama do jornalista envolto em falsas fontes, da hacker e dos seus programas malucos, da junção destes dois cérebros. Depois disto, nunca mais um livro me prendeu tanto.
Já devem ter percebido que não sou muito dada a literatura portuguesa. Não consigo ler Saramago (e tentei, várias vezes), Eça chateia-me (e continuo a tentar), José Rodrigues dos Santos não apaixona (só gostei d'O Anjo Branco). Eu sei que existem muitos mais autores portuguesas e agradeço desde já sugestões para as minhas leituras :)
O livro que acabei ontem à noite. Gostei, mas só isso. (4,90 euros nas promoções da FNAC online. Boa alternativa para quem não quer gastar muito dinheiro em livros e que não gosta de bibliotecas...)
23.10.13
Coup de Coeur #3
Pandora.
Recebi a pulseira no Natal de 2010, com a primeira pecinha, prenda do Mais-que-tudo. Já era fã da pulseira e das contas, acho o conceito lindo, cada peça representando um momento, uma pessoa, uma fase da nossa vida. Eu encarei a pulseira como isso: um "marcador" da vida. Já passaram quase três anos, só tenho 4 pecinhas, todas oferecidas, pelo Mais-que-tudo, pela mãezinha quando acabei a licenciatura, pela mana, pelos tios. Recuso-me a comprar uma peça porque sim, porque gosto, sem representar nada de mais (como a "política" das tatuagens). Mas isso não me impede de partilhar convosco umas contas lindas lindas lindas.
Amigas e amigos de coração, se quiserem dar um miminho à vossa Mentirosa preferida (que ela até merece de vez em quando), estejam à vontade, eu aceito!
Recebi a pulseira no Natal de 2010, com a primeira pecinha, prenda do Mais-que-tudo. Já era fã da pulseira e das contas, acho o conceito lindo, cada peça representando um momento, uma pessoa, uma fase da nossa vida. Eu encarei a pulseira como isso: um "marcador" da vida. Já passaram quase três anos, só tenho 4 pecinhas, todas oferecidas, pelo Mais-que-tudo, pela mãezinha quando acabei a licenciatura, pela mana, pelos tios. Recuso-me a comprar uma peça porque sim, porque gosto, sem representar nada de mais (como a "política" das tatuagens). Mas isso não me impede de partilhar convosco umas contas lindas lindas lindas.
Amigas e amigos de coração, se quiserem dar um miminho à vossa Mentirosa preferida (que ela até merece de vez em quando), estejam à vontade, eu aceito!
A conta do meio, o coração, já mora no meu pulso (foi a primeira).
Acreditei
Passei a primeira parte a roer as unhas, a segunda parte de pé. "Senta-te!", dizia a minha mãe, "não consigo", respondia eu.
Acreditei, acreditei que era possível, a jogar com dez, a jogar contra o Hulk, a jogar com Josué e Licá. Acreditei quando o Varela entrou (o mal-amado, o salvador da pátria), acreditei nos três pontos. Até ao minuto 86. Mesmo assim, durante os últimos 10 minutos acreditei no empate, mesmo quando o Jackson deixou de correr, mesmo quando o Lucho estava a morrer. Acreditei até ao apito final.
E deitei as mãos à cabeça. E vieram-me as lágrimas aos olhos.
Pela primeira vez esta época, vi o meu clube a jogar à bola. Foi preciso expulsar um para se unirem, para serem Equipa. Deu para acreditar que tudo era possível com esta equipa, meia remendada, meia por construir. Deu para acreditar na vitória, na passagem aos oitavos, deu para acreditar no "Venham lá Barças, Bayerns e Arsenais, nós aguentamos, nós conseguimos, com dez!". Deu para acreditar na final da Luz.
Não faço críticas às escolhas do Paulo Fonseca, apenas digo que o nosso treinador tem muito para crescer e para aprender. Apenas gostava que aprendesse sem errar tanto.
Porque dói.
Porque o adepto azul e branco não está habituado a sofrer tanto, porque o adepto azul e branco não está habituado a perder tão perto do fim.
(E de repente, senti o que muitos dos meus caros colegas vermelhos sentiram há poucos meses atrás, mas numa tragédia mais pequena para mim.)
Acreditei, acreditei que era possível, a jogar com dez, a jogar contra o Hulk, a jogar com Josué e Licá. Acreditei quando o Varela entrou (o mal-amado, o salvador da pátria), acreditei nos três pontos. Até ao minuto 86. Mesmo assim, durante os últimos 10 minutos acreditei no empate, mesmo quando o Jackson deixou de correr, mesmo quando o Lucho estava a morrer. Acreditei até ao apito final.
E deitei as mãos à cabeça. E vieram-me as lágrimas aos olhos.
Pela primeira vez esta época, vi o meu clube a jogar à bola. Foi preciso expulsar um para se unirem, para serem Equipa. Deu para acreditar que tudo era possível com esta equipa, meia remendada, meia por construir. Deu para acreditar na vitória, na passagem aos oitavos, deu para acreditar no "Venham lá Barças, Bayerns e Arsenais, nós aguentamos, nós conseguimos, com dez!". Deu para acreditar na final da Luz.
Não faço críticas às escolhas do Paulo Fonseca, apenas digo que o nosso treinador tem muito para crescer e para aprender. Apenas gostava que aprendesse sem errar tanto.
Porque dói.
Porque o adepto azul e branco não está habituado a sofrer tanto, porque o adepto azul e branco não está habituado a perder tão perto do fim.
(E de repente, senti o que muitos dos meus caros colegas vermelhos sentiram há poucos meses atrás, mas numa tragédia mais pequena para mim.)
22.10.13
Galochas Jumbásticas
Não sou amante de galochas, já experimentei várias, não gosto. Não gosto em mim, porque já vi muita gente bonita de galochas, e com este tempo é a melhor das opções. E com esta crise, nada melhor que optar por uma versão low cost como estas do Jumbo. Sim, leram bem, do Jumbo.
Aliás, o Jumbo tem vindo a apostar na secção Moda, com trapinhos bem jeitosos a um preço ainda mais jeitoso. Podem espreitar aqui o que de melhor têm, onde se incluem as galochas.
Deixo-vos os meus modelos preferidos:
Dá para conciliar com imensa coisa, desde os jeans básicos aos calções, com umas meias de lã a "espreitar" pela bota. :)
21.10.13
Postos de Turismo
Há certas coisas que não consigo entender no turismo português. Tantas campanhas para ficarmos por cá, passar férias no nosso país, conhecer o interior de Portugal. Uma pessoa até tenta: este fim-de-semana foi passado em Fornos de Algodres, terra que nem eu nem o meu mais-que-tudo conhecíamos de todo. O que pensamos: vamos, no sábado, ao Posto de Turismo para ver o que podemos visitar, o que há para fazer no concelho, etc.
Lá fomos nós. Indicações para a localização, felizmente, não faltavam. E junto ao Posto de Turismo até tinha um Centro de Interpretação de Arqueologia. O problema: o Posto de Turismo e, consequentemente, o Centro de Interpretação apenas estão abertos de segunda a sexta-feira.
Alguém consegue explicar-me o sentido disto? Como é que um Posto de Turismo está fechado ao fim-de-semana? Então não é ao fim-de-semana que mais pessoas vêm visitar o concelho? E agora, onde vamos? Que vamos fazer? O que vale é que tínhamos visto algumas coisas entre Internet e informação do hotel, e lá fomos nós dar uma volta pelos Castros e Fragas, pelas pequenas aldeias e pelo centro da vila...
Isto dos Postos de Turismo é muito bonito, e podia ter informações realmente interessantes, de relevo, que dê vontade de voltar à terra visitada. Mas acho que, no mínimo, deviam estar abertos ao fim-de-semana. Não precisava de ser o dia todo, duas ou três horitas seria o suficiente. Ou ter uma interação com os hotéis da região. Deveriam funcionar.
Há perto de três anos fui passar uns dias ao Gerês. Confiantes, lá nos dirigimos ao Posto de Turismo (uma coisa minúscula inserida nas antigas termas). A senhora que lá estava fez grande frete ao nos receber, lá nos deu uma fotocópia de um mapa da Reserva, com uns pontinhos onde podíamos parar. MAIS NADA. Estávamos na Serra da Peneda-Gerês e foi o que nos foi dado. Isso também fazia eu, em casa com um computador e uma impressora, obrigada minha senhora! É Turismo Nacional para aqui, Turismo Nacional para acolá. Mas chega a hora da verdade, e cada um tem de se desenrascar para descobrir o que há para ver num sítio que não conhece...
Resultado final: até pode haver mais mil e uma coisas para ver em Fornos de Algodres, mas nós não devemos lá voltar. Até foi giro, mas vimos tudo no sábado...
(Pode ser que amanhã me alongo mais sobre o fim-de-semana, hoje estou revoltada com os Postos de Turismo e ficamos por aqui.)
Lá fomos nós. Indicações para a localização, felizmente, não faltavam. E junto ao Posto de Turismo até tinha um Centro de Interpretação de Arqueologia. O problema: o Posto de Turismo e, consequentemente, o Centro de Interpretação apenas estão abertos de segunda a sexta-feira.
Alguém consegue explicar-me o sentido disto? Como é que um Posto de Turismo está fechado ao fim-de-semana? Então não é ao fim-de-semana que mais pessoas vêm visitar o concelho? E agora, onde vamos? Que vamos fazer? O que vale é que tínhamos visto algumas coisas entre Internet e informação do hotel, e lá fomos nós dar uma volta pelos Castros e Fragas, pelas pequenas aldeias e pelo centro da vila...
Isto dos Postos de Turismo é muito bonito, e podia ter informações realmente interessantes, de relevo, que dê vontade de voltar à terra visitada. Mas acho que, no mínimo, deviam estar abertos ao fim-de-semana. Não precisava de ser o dia todo, duas ou três horitas seria o suficiente. Ou ter uma interação com os hotéis da região. Deveriam funcionar.
Há perto de três anos fui passar uns dias ao Gerês. Confiantes, lá nos dirigimos ao Posto de Turismo (uma coisa minúscula inserida nas antigas termas). A senhora que lá estava fez grande frete ao nos receber, lá nos deu uma fotocópia de um mapa da Reserva, com uns pontinhos onde podíamos parar. MAIS NADA. Estávamos na Serra da Peneda-Gerês e foi o que nos foi dado. Isso também fazia eu, em casa com um computador e uma impressora, obrigada minha senhora! É Turismo Nacional para aqui, Turismo Nacional para acolá. Mas chega a hora da verdade, e cada um tem de se desenrascar para descobrir o que há para ver num sítio que não conhece...
Resultado final: até pode haver mais mil e uma coisas para ver em Fornos de Algodres, mas nós não devemos lá voltar. Até foi giro, mas vimos tudo no sábado...
(Pode ser que amanhã me alongo mais sobre o fim-de-semana, hoje estou revoltada com os Postos de Turismo e ficamos por aqui.)
18.10.13
Fornos, o nécessaire
Ontem à noite lá estava eu a preparar a malita para o fim-de-semana (hoje chego a casa, deixo o carro, apanho a mala e siga). Considero-me uma pessoa muito prática, que não leva nem roupa nem calçado a mais. Mas quanto ao nécessaire, apetecia-me levar todo o creme que tenho lá por casa. E, acreditem, são muitos. Como boa revendedora Avon que se preze (ou não) cremes, óleos, loções, é comigo. Mas não só desta marca, até porque a minha preferida continua a ser encore et toujours Nivea.
Então, vêm passear comigo até Fornos de Algodres SÓ:
Sem falar da maquilhagem: levo a minha palete mais pequena de sombras (minto, a da minha irmã), da Wells, e o resto da tralha: pincéis, lápis, rimel, corretor e pó (mostro quais para a próxima :p ). O mínimo dos mínimos, portanto.
Mas já sei que vou ouvir do mais-que-tudo "Não tinhas mais nada para trazer"... (Haja paciência para aturar homens!)
(E por incrível que pareça, só vou levar da Nivea o desodorizante.)
Então, vêm passear comigo até Fornos de Algodres SÓ:
Creme de Dia, Creme de Noite, Gel de Limpeza: Anew Vital 25 (com FPS 25)
Os meus olhos não aceitam o creme de contorno de olhos, começo a chorar que nem uma madalena...
Creme Hidratante Corpo: "Les Plaisirs Nature" Aveia, da Yves Rocher
Ansiosa por acabar este frasco e por voltar ao meu querido Nivea Express Hydration
Loção anti-celulite: Solutions Cellu Defy, da Avon
Champô, amaciador e espuma definição de caracóis: Fructis, Garnier
Sérum para Pontas Secas, da Avon
Creme hidratante para mãos e para pés, também da Avon :)
Mas já sei que vou ouvir do mais-que-tudo "Não tinhas mais nada para trazer"... (Haja paciência para aturar homens!)
(E por incrível que pareça, só vou levar da Nivea o desodorizante.)
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