Thaila Ayala, modelo brasileira, vestindo o jumpsuit dos meus sonhos!
25.11.13
Mulheres #2 - Atelier Laçarote
Hoje vou apresentar-vos o projeto de duas meninas de Santa Maria da Feira: Atelier Laçarote. Fixem este nome. Se precisarem de um vestido para uma ocasião especial, ou simplesmente de um outfit para um dia de trabalho, de uma prenda personalizada (com o Natal à porta) ou de um agasalho para estes dias tão frios, podem contar com o Atelier Laçarote. Com um atendimento personalizado, peças únicas e em conta para as nossas carteiras, o projeto, ainda recente, tem tudo para crescer, já que é composto por duas áreas, distintas, mas que acabam por se complementar: A Elsa, de 22, costureira/ modelista, apaixonada por moda, juntou-se à Vânia, designer de comunicação, que adora fotografia e as artes, em geral…

Tecnologias, parte 2
No passado sábado, fomos comprar a prenda de aniversário da irmã do Mais-que-tudo. Decidimo-nos por um disco externo, que dá muito jeito à moça :)
Eu, que não percebo nada de tecnologias (como já devem saber), fiquei a olhar para o Mais-que-tudo, com dois discos externos nas mãos, a ver qual o melhor. Até que avisto a caixa do disco:
- USB 3.0? Já existe o 3.0??
- Há que tempos...
- Não sabia, quando estava na faculdade só ouvi falar do USB 2.0...
- Mas eu acho que, quando saíste da faculdade, já havia o 3.0.
- Mmm, capaz...
(passados 10 segundos, o Mais-que-tudo continuava a ler as caixas dos discos)
- Mas qual é a diferença?
- Qual é a diferença de quê?
- Entre o USB 2.0 e o USB 3.0?
- Essencialmente, é a velocidade. O 3.0 é mais rápido.
- Mmm, ok...
(20 segundos mais tarde...)
- Olha, o meu disco externo, é 3.0?
- Não, é 2.0.
- Mas tem duas entradas USB para ser mais rápido!
- Mas continua a ser 2.0.
- Então esse é ainda mais rápido?
- Depende se o computador tem entradas USB 3.0.
- Então, se não tiver, isso não serve para nada...
(Respiração funda do Mais-que-tudo)
- Não Fabi, se não tiver, será apenas como o 2.0.
- OK.
(10 segundos depois...)
- Olha, o meu computador então não tem entradas USB 3.0!
- POSSO ACABAR DE VER OS DISCOS EXTERNOS POR FAVOR!!!
Muita paciência para me aturar, eu sei...
Eu, que não percebo nada de tecnologias (como já devem saber), fiquei a olhar para o Mais-que-tudo, com dois discos externos nas mãos, a ver qual o melhor. Até que avisto a caixa do disco:
- USB 3.0? Já existe o 3.0??
- Há que tempos...
- Não sabia, quando estava na faculdade só ouvi falar do USB 2.0...
- Mas eu acho que, quando saíste da faculdade, já havia o 3.0.
- Mmm, capaz...
(passados 10 segundos, o Mais-que-tudo continuava a ler as caixas dos discos)
- Mas qual é a diferença?
- Qual é a diferença de quê?
- Entre o USB 2.0 e o USB 3.0?
- Essencialmente, é a velocidade. O 3.0 é mais rápido.
- Mmm, ok...
(20 segundos mais tarde...)
- Olha, o meu disco externo, é 3.0?
- Não, é 2.0.
- Mas tem duas entradas USB para ser mais rápido!
- Mas continua a ser 2.0.
- Então esse é ainda mais rápido?
- Depende se o computador tem entradas USB 3.0.
- Então, se não tiver, isso não serve para nada...
(Respiração funda do Mais-que-tudo)
- Não Fabi, se não tiver, será apenas como o 2.0.
- OK.
(10 segundos depois...)
- Olha, o meu computador então não tem entradas USB 3.0!
- POSSO ACABAR DE VER OS DISCOS EXTERNOS POR FAVOR!!!
Muita paciência para me aturar, eu sei...
22.11.13
Aventuras pelo Windows 8
Sim, eu sei. A nível de tecnologias sou um zero à esquerda. De informática, ainda pior, digamos dois zeros à esquerda. Lá sei ver se o antivírus está ativo, fazer as atualizações que me manda fazer e as análises semanais. Tudo automático, diz o antivírus (ou quem o pôs assim, eu não mexo naquilo). Quando comprei o portátil, foi o namorado de uma amiga minha, que trabalhava na Worten, que me aconselhou. Quando fomos comprar o da minha mana, já foi o Mais-que-tudo com a família toda.
E também sei ver que, ultimamente, o bichinho estava um bocadito lento, a precisar de uma formataçãozinha. Quando o Mais-que-tudo disse "vou por o Windows 8", apenas respondi "depois ensinas-me a trabalhar com isso?", com o meu ar mais inocente que pude. Lá me pôs tudo a funcionar, em rosinha que eu gosto tanto, lá me explicou algumas coisas básicas, como "este Windows não tem jogos". Eu logo: "o quê? Não tem o Minas?". Gargalhadas. "Não meu anjo, não tem. Vais à Loja e tem lá vários jogos gratuitos para sacares". "Como no telemóvel". "Sim, como no telemóvel". E sacou-me o Black Jack, para me mostrar.
Depois explicou-me o Iniciar, como posso eliminar o que lá tem e por outras coisas, coisas minhas, o que mais uso, o que me apetecer. E adorei. Isto realmente é um Personal Computer, na verdadeira acepção da palavra. É meu, com as minhas coisinhas como eu quero, como este "Iniciar" não há mais nenhum. Adoro ainda mais o meu bichinho! (E, como devem imaginar, colei no Black Jack)
Como é que ainda ninguém me tinha mostrado como se mexe nisto? Duas palavras para mim: NA - BA !
E também sei ver que, ultimamente, o bichinho estava um bocadito lento, a precisar de uma formataçãozinha. Quando o Mais-que-tudo disse "vou por o Windows 8", apenas respondi "depois ensinas-me a trabalhar com isso?", com o meu ar mais inocente que pude. Lá me pôs tudo a funcionar, em rosinha que eu gosto tanto, lá me explicou algumas coisas básicas, como "este Windows não tem jogos". Eu logo: "o quê? Não tem o Minas?". Gargalhadas. "Não meu anjo, não tem. Vais à Loja e tem lá vários jogos gratuitos para sacares". "Como no telemóvel". "Sim, como no telemóvel". E sacou-me o Black Jack, para me mostrar.
Depois explicou-me o Iniciar, como posso eliminar o que lá tem e por outras coisas, coisas minhas, o que mais uso, o que me apetecer. E adorei. Isto realmente é um Personal Computer, na verdadeira acepção da palavra. É meu, com as minhas coisinhas como eu quero, como este "Iniciar" não há mais nenhum. Adoro ainda mais o meu bichinho! (E, como devem imaginar, colei no Black Jack)
Como é que ainda ninguém me tinha mostrado como se mexe nisto? Duas palavras para mim: NA - BA !
21.11.13
Momento Deco #3 - Especial Crianças
Não, meus amigos, não estou grávida. Mas não resisti em partilhar estas ideias lindas sobre decoração de quartos para bebés e criança. Amorosos, não acham?
20.11.13
Brasil, estamos chegando!
No fundo, todos nós acreditámos que seria possível, que a nossa Seleção ia ao Brasil, nem que fosse "com meio golo com a mão". Mas tínhamos de lá estar. Era o nosso destino.
E estamos, e vamos ao Brasil, com o Nosso Melhor do Mundo, com os restantes 22, com um selecionador já há muito desacreditado. Mas vamos.
Ontem acreditei sempre, tremi, é verdade, no segundo golo da Suécia (quem não tremeu?), mas o nosso Capitão mostrou quem manda, como se faz e indicou-nos o caminho do Samba.
Ai de quem diga que o outro é melhor, ai de quem diga que o franciú merece mais. Este ano o raio da Bola é dele, porque se assim não o for, deixo em definitivo de acreditar nesse órgão milionário chamado de FIFA.
E estamos, e vamos ao Brasil, com o Nosso Melhor do Mundo, com os restantes 22, com um selecionador já há muito desacreditado. Mas vamos.
Ontem acreditei sempre, tremi, é verdade, no segundo golo da Suécia (quem não tremeu?), mas o nosso Capitão mostrou quem manda, como se faz e indicou-nos o caminho do Samba.
Ai de quem diga que o outro é melhor, ai de quem diga que o franciú merece mais. Este ano o raio da Bola é dele, porque se assim não o for, deixo em definitivo de acreditar nesse órgão milionário chamado de FIFA.
19.11.13
Christmas Wishlist #2
Pandora, always and forever.
Se tenho uma pulseira, é para, de vez em quando, ir-se preenchendo. E esta nova coleção de contas é tão linda... O preço já não é lá muito amigo (entre os 35 e os 49 euros), mas se é para pedir, pede-se em grande!
Pelos valores que elas representam, não consigo escolher apenas uma. Ficam com o meu Top3 :)
18.11.13
Só - A - Mim !
Com o despedimento, veio a fúria dos currículos e dos anúncios de emprego. Corro tudo todas as manhãs, envio emails, currículos, cartas motivacionais, tudo. Até que na quinta-feira passada recebo um telefonema de uma senhora que diz que recebeu o meu currículo, disse-me o nome da empresa, não percebi, pedi para repetir. Voltei a não perceber. Não querendo fazer figura de urso, lá anotei a morada e a hora da entrevista, para esse mesmo dia (primeiro ponto estranho, mas pronto, seja), de tarde.
Sou sincera, só percebi que era uma empresa que fazia "serviços de marketing". Lá fui eu, às 16h30 para a Rua da Paz, no Porto. Encaminharam-me para uma sala de espera, até que me chamaram. Falei com uma moça muito simpática, que devia ser mais ou menos da minha idade, que me explicou que aquilo ia ser a primeira entrevista, só para me conhecer, ver o meu currículo e ver quais eram os meus objetivos. Porque "a verdadeira entrevista" ia ser no dia seguinte, se eu fosse chamada.
Ora bem, sim, passei à próxima fase. Ligaram-me perto das 20 horas dessa quinta-feira a dizer que tinha "a sorte" de passar à fase seguinte, para me apresentar na empresa às 12 horas "vestida de forma profissional e com calçado confortável, com predisposição para ficar connosco até às 21 horas".
PAROU TUDO.
Cheira-me a esturro, como diria a minha mãezinha. Lá fui eu pesquisar verdadeiramente a empresa, que na entrevista da tarde percebi finalmente o nome (Musketeers Portugal) e deparei-me com isto e isto.
Entretanto, entrei em contacto com uma amiga minha que já tinha passado por uma coisa parecida e disse-me logo: "Não vás, isso é fraude!". Pois, parece que esta empresa presta serviços de Marketing, organiza eventos, faz angariação de fundos e outras coisas para, nada mais nada menos, a AMI, segundo me disse a rapariguinha na entrevista. Mas, que coisa mais estranha, essa relação não aparece em nenhum sítio, nem no site da empresa em questão. Bem, uma coisa me ensinaram, a AMI é um cartão-de-visita para tudo. Se tens ligação com esta instituição, mostra-a. Mas, bem, parece que a Musketeers não precisa de tal coisa, só precisa de angariar fundos, de pagar a quem angaria esses fundos à comissão.
Não fui à entrevista de sexta-feira (ainda por cima no dia que jogava a Seleção!). É triste certas empresas se aproveitarem do simples facto de uma pessoa precisar de trabalhar ou da ingenuidade de alguns jovens para se servir destes para tais coisas. É mesmo lamentável. E seria bom que alguém descobrisse se esses tais fundos recolhidos vão mesmo para a AMI ou para outros bolsos...
Sou sincera, só percebi que era uma empresa que fazia "serviços de marketing". Lá fui eu, às 16h30 para a Rua da Paz, no Porto. Encaminharam-me para uma sala de espera, até que me chamaram. Falei com uma moça muito simpática, que devia ser mais ou menos da minha idade, que me explicou que aquilo ia ser a primeira entrevista, só para me conhecer, ver o meu currículo e ver quais eram os meus objetivos. Porque "a verdadeira entrevista" ia ser no dia seguinte, se eu fosse chamada.
Ora bem, sim, passei à próxima fase. Ligaram-me perto das 20 horas dessa quinta-feira a dizer que tinha "a sorte" de passar à fase seguinte, para me apresentar na empresa às 12 horas "vestida de forma profissional e com calçado confortável, com predisposição para ficar connosco até às 21 horas".
PAROU TUDO.
Cheira-me a esturro, como diria a minha mãezinha. Lá fui eu pesquisar verdadeiramente a empresa, que na entrevista da tarde percebi finalmente o nome (Musketeers Portugal) e deparei-me com isto e isto.
Entretanto, entrei em contacto com uma amiga minha que já tinha passado por uma coisa parecida e disse-me logo: "Não vás, isso é fraude!". Pois, parece que esta empresa presta serviços de Marketing, organiza eventos, faz angariação de fundos e outras coisas para, nada mais nada menos, a AMI, segundo me disse a rapariguinha na entrevista. Mas, que coisa mais estranha, essa relação não aparece em nenhum sítio, nem no site da empresa em questão. Bem, uma coisa me ensinaram, a AMI é um cartão-de-visita para tudo. Se tens ligação com esta instituição, mostra-a. Mas, bem, parece que a Musketeers não precisa de tal coisa, só precisa de angariar fundos, de pagar a quem angaria esses fundos à comissão.
Não fui à entrevista de sexta-feira (ainda por cima no dia que jogava a Seleção!). É triste certas empresas se aproveitarem do simples facto de uma pessoa precisar de trabalhar ou da ingenuidade de alguns jovens para se servir destes para tais coisas. É mesmo lamentável. E seria bom que alguém descobrisse se esses tais fundos recolhidos vão mesmo para a AMI ou para outros bolsos...
Os filmes do fim-de-semana
Com o Mais-que-tudo em recuperação, os fins-de-semana são passados na cama, com uma boa dose de filmes e séries para todos os gostos. Se no fim-de-semana passada vimos (pela primeira vez) a Rede Social e ficamos por aqui, estes dois dias foram bem mais ricos em quantidade!
16.11.13
O frio ataca!
Malhinhas, malhinhas, nada de melhor para combater este frio que se instalou e não quer ir embora!
Deixo-vos com algumas sugestões quentinhas :)
H&M
H&M
H&M
Salsa
Stradivarius (esta já canta no meu armário)
Zara
Zara
14.11.13
Momento Deco #2
Como eu amo este ar "antigo renovado", meio vintage, meio retro. Peças recuperadas lindíssimas, cor, luz. É pena ser um estilo "girly", de casa de solteira. Mas imagino bem algumas peças encaixarem, um dia, na minha casa... Basta só convencer o Mais-que-tudo que dá para combinar com o estilo moderno, de linhas retas, que ele tanto gosta.
E, também, já decidimos: ele escolhe a arquitetura, eu ocupo-me da decoração interior.
(O que vale é que os nossos gostos até são parecidos no que diz respeito à parte dele) :)
E, também, já decidimos: ele escolhe a arquitetura, eu ocupo-me da decoração interior.
(O que vale é que os nossos gostos até são parecidos no que diz respeito à parte dele) :)
Cômoda toda recuperada pel'A Carpinteira. Espreitem, há coisas fantásticas!
Foto linda retirada do blog Às Nove. Uma inspiração.
13.11.13
Dica do Dia
Não enfrentar o patrão, sob pena de receber um telefonema desagradável a dizer "Dispenso os seus serviços, já não vale a pena vir amanhã". Porque até podem ter toda a razão do mundo, falar num tom perfeitamente normal, expor a vossa opinião e o que sentem no momento.
Se precisam mesmo mesmo do vosso emprego, se têm contas para pagar, empréstimos bancários e filhos a estudar, não enfrentem o vosso patrão. Digam Ámem a tudo, sim, sim, sim. Sob pena de serem "dispensadas".
Agora se, felizmente, podem dar-se ao luxo de serem despedidas, falem. Faz um bem do caraças. Não se deixem calcar.
Isso se trabalharem numa empresa gerida pelo meu ex-patrão.
(Como já devem ter percebido, fui despedida ontem. Não pelo que escrevi no estaminé, graças a Deus)
Se precisam mesmo mesmo do vosso emprego, se têm contas para pagar, empréstimos bancários e filhos a estudar, não enfrentem o vosso patrão. Digam Ámem a tudo, sim, sim, sim. Sob pena de serem "dispensadas".
Agora se, felizmente, podem dar-se ao luxo de serem despedidas, falem. Faz um bem do caraças. Não se deixem calcar.
Isso se trabalharem numa empresa gerida pelo meu ex-patrão.
(Como já devem ter percebido, fui despedida ontem. Não pelo que escrevi no estaminé, graças a Deus)
12.11.13
A crise, a crise, a crise. E eu? E nós?
Se há coisa que me irrita profundamente neste país, é partirem do princípio que é "normal" não pagar aos empregados, ou pagar atrasado, ou às prestações. A culpa é da crise, a culpa é da dívida, a culpa é da troika, a culpa é de quem não paga o que deve, a culpa é de toda a gente menos do empregador.
Seria bonito se quem tem empréstimos bancários e obrigações financeiras pudesse fazer o mesmo, não era? Desculpe lá, cara Caixa Geral de Depósitos, mas sabe, a crise... Vai ter de aguardar um bocadinho antes de retirar da minha conta o belo montante do empréstimo para a casa. Querida EDP, aguente-se um bocado, sim? É que ainda não recebi. Sabe, a crise... Olha filho, diz lá na escola que não podes pagar o passe do autocarro, porque os papás ainda não receberam. Por enquanto, nenhuma destas situações se aplica ao meu caso, por uma razão muito simples: ainda vivo em casa dos meus pais. São eles que pagam a conta da luz, da Internet, que pagam a minha alimentação. Graças a Deus, nunca precisaram de fazer um empréstimo, sempre conseguiram poupar ao longo da vida. E acredito que, um dia quando eu decidir sair de casa para ter o meu próprio espaço, os meus principais credores vão ser as economias dos meus pais.
Mas retomando o primeiro assunto, posso não ter os gastos que acima mencionei, mas tenho outros: o meu carro não anda a água nem a ar, tenho todos os meses um curso de inglês a pagar, os carregamentos do telemóvel e o belo do empréstimo do carro (a pagar não aos bancos, mas ao meu paizinho) que não quero falhar. São coisas essenciais, nada de fútil ou desnecessário. Mas quando certas pessoas falham nas suas obrigações, é preciso fazer uma ginástica dos diabos para eu não falhar nas minhas...
Infelizmente, parece que o facto de termos o nosso posto de trabalho não garante um salário no final do mês. Até parece que temos de ficar agradecidos eternamente à entidade patronal por nos dar uma hipótese de exercermos a nossa área e não reclamar, porque não percebemos nada da vida, e porque, lá está, estamos em crise, temos de ser uns pelos outros. A parte que não entendo do "uns pelos outros" é a parte que me toca: eu tenho de trabalhar, acordar todos os dias às 7.30, chegar a casa entre as 19 e as 20 horas, chegar ao fim do mês e "ahhh, a crise". Pois, acontece que não fui feita para isso. Trabalhar de graça nunca fez parte dos meus valores de vida. Não dá.
Como é que vou, um dia, sair de casa dos meus pais, ter o meu espaço, a minha família nestas condições? Se alguém souber, agradeço que me dê essa receita mágica, dava jeito...
Que vou ter de contar trocos para o resto da minha vida, até posso viver com isso, mas e se não tiver sequer trocos para contar?
(PS: Desculpem lá o desabafo)
Seria bonito se quem tem empréstimos bancários e obrigações financeiras pudesse fazer o mesmo, não era? Desculpe lá, cara Caixa Geral de Depósitos, mas sabe, a crise... Vai ter de aguardar um bocadinho antes de retirar da minha conta o belo montante do empréstimo para a casa. Querida EDP, aguente-se um bocado, sim? É que ainda não recebi. Sabe, a crise... Olha filho, diz lá na escola que não podes pagar o passe do autocarro, porque os papás ainda não receberam. Por enquanto, nenhuma destas situações se aplica ao meu caso, por uma razão muito simples: ainda vivo em casa dos meus pais. São eles que pagam a conta da luz, da Internet, que pagam a minha alimentação. Graças a Deus, nunca precisaram de fazer um empréstimo, sempre conseguiram poupar ao longo da vida. E acredito que, um dia quando eu decidir sair de casa para ter o meu próprio espaço, os meus principais credores vão ser as economias dos meus pais.
Mas retomando o primeiro assunto, posso não ter os gastos que acima mencionei, mas tenho outros: o meu carro não anda a água nem a ar, tenho todos os meses um curso de inglês a pagar, os carregamentos do telemóvel e o belo do empréstimo do carro (a pagar não aos bancos, mas ao meu paizinho) que não quero falhar. São coisas essenciais, nada de fútil ou desnecessário. Mas quando certas pessoas falham nas suas obrigações, é preciso fazer uma ginástica dos diabos para eu não falhar nas minhas...
Infelizmente, parece que o facto de termos o nosso posto de trabalho não garante um salário no final do mês. Até parece que temos de ficar agradecidos eternamente à entidade patronal por nos dar uma hipótese de exercermos a nossa área e não reclamar, porque não percebemos nada da vida, e porque, lá está, estamos em crise, temos de ser uns pelos outros. A parte que não entendo do "uns pelos outros" é a parte que me toca: eu tenho de trabalhar, acordar todos os dias às 7.30, chegar a casa entre as 19 e as 20 horas, chegar ao fim do mês e "ahhh, a crise". Pois, acontece que não fui feita para isso. Trabalhar de graça nunca fez parte dos meus valores de vida. Não dá.
Como é que vou, um dia, sair de casa dos meus pais, ter o meu espaço, a minha família nestas condições? Se alguém souber, agradeço que me dê essa receita mágica, dava jeito...
Que vou ter de contar trocos para o resto da minha vida, até posso viver com isso, mas e se não tiver sequer trocos para contar?
(PS: Desculpem lá o desabafo)
9.11.13
A classe (ou falta dela) dos jornalistas
Sempre pensei que a classe profissional dos jornalistas era muito unida. Foi o que me foi passado nos 3 anos de licenciatura, foi o que senti quando estagiei no Público, foi o que senti aquando da polémica "Relvas/ Maria José Oliveira/ Público". E acredito que é o que se continua a sentir, quem está de fora. Os jornalistas são dignos, não vêm dizer mal uns dos outros para as revistas, gostam da sua profissão e fazem de tudo para a proteger.
Mas hoje descobri outro mundo, o mundo entre os jornalistas. E, minha gente, isto é um ódio entre certas partes que até dá dó... Por acaso, fui adicionada a um grupo do Facebook chamado "Jornalistas". E fazem parte desse grupo inúmeros profissionais, de todas as faixas etárias, mais ou menos importantes, mais ou menos conhecidos, mais ou menos mediáticos. O conteúdo publicado no grupo é interessante e descobre-se coisas muito boas, projetos, denúncias, camaradagem, etc. Mas nos comentários, cai o Carmo e a Trindade! Não é possível publicar alguma coisa que tenha a ver com o CM ou a CMTV sem um choro de críticas e de ataques pessoais a tudo e todos, desde o próprio jornalista à produção, passando pela direção. Vai aqui um exemplo: foi partilhado o direto da CMTV no acórdão do divórcio Carrilho/Guimarães, belo direto (não ligando propriamente ao conteúdo noticioso, mas sim à "técnica") do repórter Guilherme Coutinho Braz, que por acaso até conheço. Para mim, foi um orgulho ver um colega de curso (e do Norte) a fazer um direto tão perfeito, tão à-vontade, ver um colega de curso a trabalhar (e bem) enquanto muitos de nós não arranjamos emprego ou estamos a trabalhar em áreas completamente diferentes da nossa formação. E vê-lo ser alvo de chacota num grupo de pessoas que se dizem "jornalistas" não pelo seu direto, mas por onde trabalha ou, pior ainda, pela "franja do miúdo", apelidando-o de Tintin (e não de uma forma carinhosa), é uma coisa que não esperava por parte desta classe.
Nem todos foram por este caminho, felizmente. Quem partilhou a ligação até o elogiou bastante, atitude seguida por outras pessoas. E espero que continue assim, com muito sucesso profissional. Não só para o Guilherme, mas para todos Nós que lutamos todos os dias para um futuro digno da nossa profissão.
Mas hoje descobri outro mundo, o mundo entre os jornalistas. E, minha gente, isto é um ódio entre certas partes que até dá dó... Por acaso, fui adicionada a um grupo do Facebook chamado "Jornalistas". E fazem parte desse grupo inúmeros profissionais, de todas as faixas etárias, mais ou menos importantes, mais ou menos conhecidos, mais ou menos mediáticos. O conteúdo publicado no grupo é interessante e descobre-se coisas muito boas, projetos, denúncias, camaradagem, etc. Mas nos comentários, cai o Carmo e a Trindade! Não é possível publicar alguma coisa que tenha a ver com o CM ou a CMTV sem um choro de críticas e de ataques pessoais a tudo e todos, desde o próprio jornalista à produção, passando pela direção. Vai aqui um exemplo: foi partilhado o direto da CMTV no acórdão do divórcio Carrilho/Guimarães, belo direto (não ligando propriamente ao conteúdo noticioso, mas sim à "técnica") do repórter Guilherme Coutinho Braz, que por acaso até conheço. Para mim, foi um orgulho ver um colega de curso (e do Norte) a fazer um direto tão perfeito, tão à-vontade, ver um colega de curso a trabalhar (e bem) enquanto muitos de nós não arranjamos emprego ou estamos a trabalhar em áreas completamente diferentes da nossa formação. E vê-lo ser alvo de chacota num grupo de pessoas que se dizem "jornalistas" não pelo seu direto, mas por onde trabalha ou, pior ainda, pela "franja do miúdo", apelidando-o de Tintin (e não de uma forma carinhosa), é uma coisa que não esperava por parte desta classe.
Nem todos foram por este caminho, felizmente. Quem partilhou a ligação até o elogiou bastante, atitude seguida por outras pessoas. E espero que continue assim, com muito sucesso profissional. Não só para o Guilherme, mas para todos Nós que lutamos todos os dias para um futuro digno da nossa profissão.
8.11.13
Histórias e Livros #3
Na minha primeira Wishlist para este Natal, esqueci-me de referir estes dois, completamente diferentes, completamente apaixonantes. Aposto que ficavam mesmo bem na estante cá de casa.
Não sei se já saiu em Portugal, mas tenho assim uma curiosidade enorme em ler a autobiografia do Sir.
O único filme que vi que me deu vontade de ler o livro.
7.11.13
Bebés novos :)
Sim, finalmente, comprei umas sapatilhas decentes para fazer exercício! Já andava desde julho (vejam lá) a chorar por umas e, sim, perdi o amor à carteira e comprei as bebés. Lindas que nem elas e tão, mas tão confortáveis. Ontem até fui com outro ânimo para a aulinha de ginástica. É que as velhas Adidas (meeeesmo velhas) já não se aguentavam mais, tão gastas que até deslizavam. Agora é esperar que estas Asics do meu coração também se aguentem 10 aninhos, como as anteriores. Sim, leram bem, 10 anos que têm as queridas Adidas e sempre com bastante uso! É verdade que, na altura, custaram os olhos da cara ao meu paizinho e que eu fui mais contida nos gastos (55 euros, é bom negócio, não?), mas pronto, vamos descer a fasquia. 5 anos para as Asics, pode ser?
Não são lindas, lindas, lindas? Já não há desculpas para ficar no sofá a engonhar...
5.11.13
Momento Deco #1
Pouca gente sabe, mas quando fui para o 10.º ano, ainda ponderei ir para Artes. Se por um lado o mundo da moda e do estilismo já me fascinava, também existia em mim uma veia de decoração de interiores. Hoje é o dia em que estas duas paixões permanecem e que ansiosa que estou por um dia poder ter a "minha" casa, decorada à "minha maneira".
Até lá, vou adorando uma ou outra peça, tirando ideias aqui e ali, com revistas a acumularem-se entre o quarto e a sala.
A Loja do Gato Preto é aquela coisa fofinha onde se encontra de tudo e se quer trazer tudo. A prova:
Tinham todos um lugar especial na minha casa :)
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